segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Sol de Inverno

O sol espreita quentinho finalmente. E aquece-me logo a alma que sorri aconchegada.
Já apanhei a minha dose de vitamina D de hoje. Obrigada! 


segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

A não esquecer no novo ano


“Não digas que não tens tempo. Tens exactamente as mesmas horas por dia que Helen Keller, Pasteur, Michael Angelo, Madre Teresa, Leonardo da Vinci, Thomas Jefferson e Albert Einstein.”

“A coragem nem sempre ruge. Às vezes, a coragem é a pequena vozno final do dia que diz que eu vou tentar de novo amanhã." - Mary Anne Radmacher


"Daqui a 20 anos vai ficar mais desapontado pelas coisas que não fez do que pelo que você fez. Então atire as amarras. Navegue para longe do porto seguro. Explore. Sonhe. Descubra." - Mark Twain



“A tarefa de qualquer pessoa na vida é tornar-se uma pessoa melhor. ” - Leo Tolstoy




quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Hoje o dia tem tudo para ser especial.
Mas acredito que só o é, se nós permitirmos.
Contra a minha lógica de estar, se nos deixarmos à espera que algo bom aconteça, pode nunca acontecer.
Há sinais, coisas boas que são efémeras se não acreditarmos mais nelas...

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

O meu país

Vivo num país onde agora quase pagamos para trabalhar.
Tudo é caro. As taxas e impostos aumentam e o ordenado sofre cortes.
Isso até seria suportável se, no meu país, as pessoas vivessem sorridentes pelo país físico e pelo clima que têm.
Seria suportável se não houvesse tanta gente com falta de educação e civismo. 
Seria suportável se não tivesse de começar o dia com o carro bloqueado por outro carro, cujo proprietário estava às 8h da manhã no café ao pé de minha casa e ainda veio tirar o carro como se o estivesse a incomodar muito e a dar-lhe um grande estorvo.
Nada de sorrisos, nada de "desculpe lá!". Que azia!
Gente rude que me faz pensar na porcaria de sociedade que temos. Odeio pessoas mal-educadas e que não pensam nos outros. E vejo disso todos os dias...
Carros que aproveitam a faixa que vai acabar para ainda se meterem e passarem mais à frente no trânsito. 
Não sou assim. 
Faz-me pensar nas sociedades ditas civilizadas e educadas e suspirar pelo desespero que sinto num país que gosto de pensar que tem futuro, mas onde a esperança é arrancada a ferros de dentro de mim...

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Sorrir à simplicidade





Lisboa. Largo do S. Carlos.
19h45 e está um óptimo ambiente. Ouve-se música, o lusco-fusco chega devagar, a temperatura está amena e há mesmo quem desfrute de tudo isto do alto de um prédio antigo. Que bem se deve estar num terraço virado para o S. Carlos!
Um menino, no meio das pessoas despreocupadas, que ouvem música, faz bolas de sabão.
As bolas de sabão são mágicas! Quem não gostava de as fazer e segui-las até o olhar se perder ou até rebentarem?
Aí ficávamos tristes mas voltávamos a tentar. Queríamos sempre a bola de sabão perfeita e éramos persistentes com isso!
Por isso, as bolas de sabão sempre me reportam para a felicidade despreocupada de se ser criança.
No meio disto está uma senhora preocupada com as bolas que vão na sua direcção. Rebenta as que consegue e diz (com ar enjoado) à criança para se chegar mais para o lado.
Olho para tudo isto de fora e pergunto-me o que vai na cabeça daquela senhora para se sentir incomodada com as bolas de sabão. Em que momento da nossa vida se faz o clique e deixamos que pequenas coisas não façam a nossa felicidade?
Quando é que passa a ser uma questão de vida ou morte não se sujar a roupa? 
Porque nos esquecemos de sorrir à simplicidade?

terça-feira, 24 de julho de 2012

Há dias em que tenho muito sono, e sinto os olhos pequeninos.
Nesses dias, o que me apetecia na verdade, era ter uma ilha deserta. Daquelas paradisíacas, com areia branca e dodos a correr pela praia.
Na minha ilha só se podia entrar com palavra-passe e não haveria rede. Estaria incontactável.
O tempo passaria devagar e eu poderia descansar à sombra das árvores no balanço de uma rede esticada entre troncos.
À falta disso, nestes dias, crio a minha própria ilha deserta. Divago e ausento-me das comunicações.
De qualquer das formas a cabeça descansa e o espírito recarrega energias! 
Bem são precisas estas pausas para me sentir com forças e me motivar. Quero crer que viver depende disso. Ir mais além. Não existirmos apenas, mas vivermos.

Viagem a Cabo Verde

O ano passado fiz uma viagem até Cabo Verde.
Podem ver as fotos, desenhos e o relato aqui:


Diários da Errância - Cabo Verde

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Em tempo de incêndios

Em tempo de incêndios voltam a surgir algumas questões que não deveriam ser só lembradas nestas alturas.
Duas questões importantes se levantam: o caso da nova legislação que permite a arborização até cinco hectares e a rearborização até dez hectares e que poderá ser feita com qualquer espécie, sem necessidade de qualquer autorização. O eucalipto surge aqui como o principal candidato por ser uma espécie que se desenvolve rapidamente e que permite assim um rápido retorno financeiro.
O eucalipto é uma espécie que facilita a propagação de incêndios e a sua plantação diminuirá também a nossa diversidade florística. 
"O governo facilitará a desertificação das zonas rurais, a destruição do que sobra da nossa agricultura e a propagação crescente de incêndios - quer pela natureza deste tipo de plantação, quer pelo prémio ao crime." - Podem ler mais sobre isto em Eucaliptar Portugal.


Até lá, outro aspecto a considerar com a destruição das nossas florestas:



O que poderemos nós fazer para que isto se altere?

terça-feira, 17 de julho de 2012

O Amolador (The Knife Man)


Faz parte dos sons de Lisboa e faz parte das minhas memórias de infância.
Nunca sabia de onde vinha aquele som ou o que era, mas tantos anos depois continua a trazer-me à memória a janela do quarto aberta num dia de sol, os cortinados a abanarem com a aragem e os brinquedos espalhados pelo chão. Sem esperar, ouvia-se o amolador.

Agora já não o ouço, mas ele ainda anda por aí. Era tão bom não se deixar perder estas profissões tão genuínas.

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It is a part of the Lisbon sounds and it's part of my childhood memories.
Never knew where that sound cames from or what it was, but after so many years it continues to bring to my mind the open bedroom window on a sunny day, the curtains stiring with the breeze and the toys scattered on the floor. Without expecting, you could hear the grinder.

Now I do not hear him anymore, but he's still around. It would be so nice to try not to lose these so genuine professions.



Knife Man (Amolador) from mattquann on Vimeo.

quinta-feira, 12 de julho de 2012



"Turn your face to the Sun, and the shadows will fall behind you".
Maori proverb