segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Photo a day #4

Domingo atarefado. Acabei por não ter tempo para fazer tudo o que queria, o que não me deixa plenamente satisfeita. Mas, há que pensar que fiz o que pude e houve tempo para outras coisas também importantes.
De manhã fui correr com o meu cão. Gosto de actividade física. Faz-me bem à alma e limpa-me os pensamentos. Mexer-me, respirar fundo, estar comigo e libertar energia. 
E sinto que ao levar o meu cão nos ajuda a criar laços! Ele fica, como é óbvio, satisfeito e somos uma espécie de equipa! Faz-me sorrir.
Sunday morning run with my dog

Chocolate Milka e bolachas LU - nova descoberta!

Photo a day #3

Sábado cheio! Almoço com amigos no Dom Prego na Parede. Para além do prego que devorei sem tempo para me lembrar de uma foto, houve direito a uma sobremesa gigante e imperiais para condizer com o sol que de vez em quando queria espreitar.
Esteve um dia bonito, a tarde foi agradável e convidativa para se conversar junto ao mar. A modos que foi como que um raio de sol no meio destes dias cinzentões e chuvosos!
À noite não pude ir ao cinema, mas o cinema veio até mim: Foi noite de "home cinema session" com o projector e sistema de som. Soube melhor que ginjas! 




Photo a day #2

Claramente isto de uma foto por dia não foi feito para mim!
Ao fim-de-semana tenho grandes dificuldades para ligar o computador, ou antes, para pensar que ele existe.
Penso no que posso fazer lá fora, penso em actividades, em ler e escrever... Gosto de me desligar do resto.
Portanto, cá estou eu a arranjar um tempinho para me sentar e fazer a actualização dos últimos dias.
Sextas para mim significam o início de novos dias, estar com amigos, tempo e namorar.
Esta não foi excepção. E ainda visitei um espaço novo no Largo do Intendente. 
Passei o dia com muito trabalho e rabugenta. Foi um maravilhoso elixir de final de semana laboral!

It's friday, I'm in love!

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Photo a day #1

Inspirada pela minha amiga Rita CV Love, resolvi começar a reparar em pequenos pormenores do meu dia-a-dia e partilhar fotos diárias, também para usar a imaginação quando julgamos não estar a ver nada de interessante.
Já tenho por hábito escrever um diário, mas não gosto de o expôr, por isso com as fotografias tenho uma maneira de recordar os meus dias de uma forma mais prática.
Porque às vezes, tudo o que interessa são as pequenas coisas...
Mais trabalho secante..em Janeiro parece que nunca acaba!
Dinheiro inesperadamente bem gasto durante o meu passeio do almoço :)



Quando eu for grande não quero ser astronauta. Quero ser exploradora!

Tenho medo de chegar a um dia em que se acabe a esperança do "quando for grande". Às vezes faltam as forças...
Arriscar, tirar os pés do chão, tentar a sorte, sentir que dou um salto no abismo profundo. 
Se não o fizer, vou ficar sempre a pensar como teria sido...
E há tanto que tentar. Bolas.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Sol de Inverno

O sol espreita quentinho finalmente. E aquece-me logo a alma que sorri aconchegada.
Já apanhei a minha dose de vitamina D de hoje. Obrigada! 


segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

A não esquecer no novo ano


“Não digas que não tens tempo. Tens exactamente as mesmas horas por dia que Helen Keller, Pasteur, Michael Angelo, Madre Teresa, Leonardo da Vinci, Thomas Jefferson e Albert Einstein.”

“A coragem nem sempre ruge. Às vezes, a coragem é a pequena vozno final do dia que diz que eu vou tentar de novo amanhã." - Mary Anne Radmacher


"Daqui a 20 anos vai ficar mais desapontado pelas coisas que não fez do que pelo que você fez. Então atire as amarras. Navegue para longe do porto seguro. Explore. Sonhe. Descubra." - Mark Twain



“A tarefa de qualquer pessoa na vida é tornar-se uma pessoa melhor. ” - Leo Tolstoy




quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Hoje o dia tem tudo para ser especial.
Mas acredito que só o é, se nós permitirmos.
Contra a minha lógica de estar, se nos deixarmos à espera que algo bom aconteça, pode nunca acontecer.
Há sinais, coisas boas que são efémeras se não acreditarmos mais nelas...

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

O meu país

Vivo num país onde agora quase pagamos para trabalhar.
Tudo é caro. As taxas e impostos aumentam e o ordenado sofre cortes.
Isso até seria suportável se, no meu país, as pessoas vivessem sorridentes pelo país físico e pelo clima que têm.
Seria suportável se não houvesse tanta gente com falta de educação e civismo. 
Seria suportável se não tivesse de começar o dia com o carro bloqueado por outro carro, cujo proprietário estava às 8h da manhã no café ao pé de minha casa e ainda veio tirar o carro como se o estivesse a incomodar muito e a dar-lhe um grande estorvo.
Nada de sorrisos, nada de "desculpe lá!". Que azia!
Gente rude que me faz pensar na porcaria de sociedade que temos. Odeio pessoas mal-educadas e que não pensam nos outros. E vejo disso todos os dias...
Carros que aproveitam a faixa que vai acabar para ainda se meterem e passarem mais à frente no trânsito. 
Não sou assim. 
Faz-me pensar nas sociedades ditas civilizadas e educadas e suspirar pelo desespero que sinto num país que gosto de pensar que tem futuro, mas onde a esperança é arrancada a ferros de dentro de mim...

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Sorrir à simplicidade





Lisboa. Largo do S. Carlos.
19h45 e está um óptimo ambiente. Ouve-se música, o lusco-fusco chega devagar, a temperatura está amena e há mesmo quem desfrute de tudo isto do alto de um prédio antigo. Que bem se deve estar num terraço virado para o S. Carlos!
Um menino, no meio das pessoas despreocupadas, que ouvem música, faz bolas de sabão.
As bolas de sabão são mágicas! Quem não gostava de as fazer e segui-las até o olhar se perder ou até rebentarem?
Aí ficávamos tristes mas voltávamos a tentar. Queríamos sempre a bola de sabão perfeita e éramos persistentes com isso!
Por isso, as bolas de sabão sempre me reportam para a felicidade despreocupada de se ser criança.
No meio disto está uma senhora preocupada com as bolas que vão na sua direcção. Rebenta as que consegue e diz (com ar enjoado) à criança para se chegar mais para o lado.
Olho para tudo isto de fora e pergunto-me o que vai na cabeça daquela senhora para se sentir incomodada com as bolas de sabão. Em que momento da nossa vida se faz o clique e deixamos que pequenas coisas não façam a nossa felicidade?
Quando é que passa a ser uma questão de vida ou morte não se sujar a roupa? 
Porque nos esquecemos de sorrir à simplicidade?

terça-feira, 24 de julho de 2012

Há dias em que tenho muito sono, e sinto os olhos pequeninos.
Nesses dias, o que me apetecia na verdade, era ter uma ilha deserta. Daquelas paradisíacas, com areia branca e dodos a correr pela praia.
Na minha ilha só se podia entrar com palavra-passe e não haveria rede. Estaria incontactável.
O tempo passaria devagar e eu poderia descansar à sombra das árvores no balanço de uma rede esticada entre troncos.
À falta disso, nestes dias, crio a minha própria ilha deserta. Divago e ausento-me das comunicações.
De qualquer das formas a cabeça descansa e o espírito recarrega energias! 
Bem são precisas estas pausas para me sentir com forças e me motivar. Quero crer que viver depende disso. Ir mais além. Não existirmos apenas, mas vivermos.