sábado, 17 de outubro de 2015
sexta-feira, 9 de outubro de 2015
A inquietação da quietação
Hoje li isto:
"I’ve been reading Wayne Dyer’s book, I can see Clearly Now. In last night’s chapter he spoke about the calling he had to quit his steady and safe job as a professor to pursue becoming a writer. He was terrified, but leapt because he trusted in life’s calling. A year later, his book was a NY Times Best Seller and auctioned off to a publishing house for one million dollars. He’s written scores of books since.
"I’ve been reading Wayne Dyer’s book, I can see Clearly Now. In last night’s chapter he spoke about the calling he had to quit his steady and safe job as a professor to pursue becoming a writer. He was terrified, but leapt because he trusted in life’s calling. A year later, his book was a NY Times Best Seller and auctioned off to a publishing house for one million dollars. He’s written scores of books since.
He says,
“When we stay on purpose and steadfastly refuse to be discouraged, accepting our fears and doing it anyway, those seemingly dormant forces do come alive and show us that we are greater people than we dreamed ourselves to be.”
Become the conscious wall ripper , say “no more fear, I’m playing with life today.”"
Se não tivermos medo de voar. Ganhamos mesmo asas. É verdade. E eu sou a primeira a apoiar as decisões que vão em direcção à procura do nosso bem-estar, saúde mental e felicidade. Já o fiz também. Não me arrependo e dei-me bem com isso até. Porque acredito que a vida sorri mesmo a quem lhe sorri!
Mas toda a gente escreve sobre libertarmo-nos, seguirmos o que gostamos, arriscar... E o inverso?
E uma pessoa que não gosta de assentar e se vê com oportunidade para aprender, fazer algo que gosta mas que tem de seguir a vida das 9h às 18h e com contrato? Em que mesmo que não queira os dias lhe parecem todos rotineiros e tenta fazer o máximo dos seus dias porque dessa forma parecem-se mais longos e cheios?
Detesto a sensação de que tudo passou a correr e não sei onde estive até este momento. E detesto a sensação de passar a semana à espera do fim-de-semana porque isso faz-me chegar depressa aos 80 anos e pensar: "epá, passou tão rápido que nem vi!". Claro...todas as semanas à espera que passem 5 dias para chegarem 2, é normal!
Inquieta-me sempre não saber o que vai ser a minha vida. Saber que tive tempo para visitar sítios (e que até cheguei a pensar que podia dar a volta ao mundo) e que agora não sei quando terei tempo. Há mais no nosso tempo do que trabalhar, para mim. Mas ainda não soube como resolver essa questão por inteiro na minha vida. Como em tudo, até agora, encho-me de paciência e vou deixando fluir. Aproveito oportunidades, sigo impulsos e intuições.
A culpa disto tudo é não me conformar e resignar. E principalmente viver nessa constante busca pelo que me faz feliz. É uma canseira que prefiro à atitude de acomodação e constante insatisfação com as próprias vidas. Mas por isso, defendo sempre, para qualquer um, o risco e a felicidade. Façam o que fizerem, é para estarem bem e felizes com isso. E porque é um cliché, mas é verdade, o tempo na nossa vida passa tão rápido...
Ninguém tem medo de olhar para trás e se arrepender do que não fez com o milagre que nos foi dado? Caramba, que sei que não serei eu a única!
A culpa disto tudo é não me conformar e resignar. E principalmente viver nessa constante busca pelo que me faz feliz. É uma canseira que prefiro à atitude de acomodação e constante insatisfação com as próprias vidas. Mas por isso, defendo sempre, para qualquer um, o risco e a felicidade. Façam o que fizerem, é para estarem bem e felizes com isso. E porque é um cliché, mas é verdade, o tempo na nossa vida passa tão rápido...
Ninguém tem medo de olhar para trás e se arrepender do que não fez com o milagre que nos foi dado? Caramba, que sei que não serei eu a única!
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quinta-feira, 8 de outubro de 2015
E o Outono?
Vou de manhã apressada pelo jardim e sinto o frio matinal. Aquele que se começa a sentir quando ainda não nos despedimos a sério do calor do verão, mas o qual nos faz sentir bem já com um casaquinho, ainda que não muito grosso.
O alcatrão mostra algumas partes húmidas, talvez da humidade da noite, talvez das chuvas que caíram no dia anterior. E as árvores que ladeiam o caminho estão verdes frescas, mas algumas começam a ter as pontas acastanhadas...
Sente-se o Outono a chegar, ainda que tímido, a pedir licença...porque depois os dias ficam ainda quentes e uma t-shirt à hora de almoço também não sabe mal!
Eu adoro o Verão, as cores, o calor, as peles morenas e a alegria. Mas este ano, está a saber-me bem sentir a passagem das estações... Saber que vão vir os dias de aconchego no sofá, a ver um filme com um chá ao lado, sem me sentir culpada por não estar a fazer alguma coisa e a aproveitar o dia.
Senti-me mesmo aconchegada com este passeio matinal. Fez-me pensar que talvez por não ter estado em Portugal o ano passado, este ano estou a sentir a falta desta época do ano! E o Outono é tão bonito por cá, quando aí temos dias bonitos e solarengos mas mais frescos, e as árvores se enchem de tons amarelos, vermelhos e castanhos.
terça-feira, 6 de outubro de 2015
"Quem sou eu para achar...?"
Hoje o meu dia começou em volta deste assunto: O nosso tamanho perante a grandeza do Universo e o nosso tamanho perante aquilo que achamos de nós mesmos.
Pequeninos, pequeninos... Com este tamanho, pensa-se duas vezes se vale a pena chatearmo-nos com pequenas e insignificantes coisas. Devíamos unirmo-nos todos em prol de um bem maior, que é preservar o milagre da vida que nos foi dado, em vez de passarmos a vida a acharmo-nos mais que os outros e a discutir por causa de insignificâncias que amanhã não significarão nada. Haja mais amor, compreensão e humildade heart emoticon
Pequeninos, pequeninos... Pondo as coisas em perspectiva, dá para não nos acharmos maiores do que aquilo que somos?Com este tamanho, pensa-se duas vezes se vale a pena chatearmo-nos com pequenas e insignificantes coisas..Devíamos unirmo-nos todos em prol de um bem maior, que é preservar o milagre da vida que nos foi dado, em vez de passarmos a vida a acharmo-nos mais que os outros e a discutir por causa de insignificâncias que amanhã não significarão nadaHaja mais amor, compreensão e humildade heart emoticon
Já agora, percam uns minutos para ver este vídeo que vale a pena para pormos as coisas em perspectiva :)
Pequeninos, pequeninos... Com este tamanho, pensa-se duas vezes se vale a pena chatearmo-nos com pequenas e insignificantes coisas. Devíamos unirmo-nos todos em prol de um bem maior, que é preservar o milagre da vida que nos foi dado, em vez de passarmos a vida a acharmo-nos mais que os outros e a discutir por causa de insignificâncias que amanhã não significarão nada. Haja mais amor, compreensão e humildade heart emoticon
Pequeninos, pequeninos... Pondo as coisas em perspectiva, dá para não nos acharmos maiores do que aquilo que somos?Com este tamanho, pensa-se duas vezes se vale a pena chatearmo-nos com pequenas e insignificantes coisas..Devíamos unirmo-nos todos em prol de um bem maior, que é preservar o milagre da vida que nos foi dado, em vez de passarmos a vida a acharmo-nos mais que os outros e a discutir por causa de insignificâncias que amanhã não significarão nadaHaja mais amor, compreensão e humildade heart emoticon
Já agora, percam uns minutos para ver este vídeo que vale a pena para pormos as coisas em perspectiva :)
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segunda-feira, 5 de outubro de 2015
Ser rico ou não ser?
“There are two ways to be rich: One is by acquiring much, and the other is by desiring little.”
Jackie French Koller
"O dinheiro não é tudo." Certo. Mas ajuda? Ajuda muito.
A questão aqui é no que é que ajuda (estando a falar de pessoas de classe média e não, por razões óbvias, de quem não tem nem dinheiro para comer). Todos vivemos numa sociedade consumista que nos leva a querer mais do que o que precisamos. Se aprendermos a ver as coisas com outros olhos, talvez sejamos mais felizes com pouco.
- "Mas o que está mal é que devíamos ganhar mais para ter melhor qualidade de vida". Pode ser e não discordo disso. Mas e se qualidade de vida for fazer 1 pic-nic no Verão em vez de se ir jantar ao restaurante da moda?
Na verdade, nunca ambicionei muito e sempre consegui juntar dinheiro para ter e fazer as coisas que as pessoas acham que "é preciso ser rico".
Posso ser bafejada pela sorte? Posso. Mas também posso ver a vida de outra forma não querendo muito e ficando feliz com pequenas coisas, em prol de um objectivo maior que quero realizar a médio prazo.
Não sei se prescindo de alguma coisa na minha vida. Simplesmente tenho pouco interesse em coisas exageradamente caras, seja roupa, jóias ou restaurantes. E em vez de fazer um sacrifício e prescindir de coisas que poderia comprar, simplesmente não procuro ter essas coisas.
Posso ser complicada em muita coisa na minha cabeça e na minha vida, mas neste assunto, vejo tudo bem claro e, recentemente, descobri que realmente quase ninguém vê as coisas da mesma maneira, querendo sempre ganhar mais porque não conseguem poupar para fazer viagens, por ex.
Sem me alongar mais, quase que garanto que tudo se trata da forma de estar e ver a vida. Não queiramos ter o mesmo que outros mas façamos antes o máximo com aquilo que temos sem ambicionar mais.
Simplifique-se nisso e tudo poderá ser mais claro!
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
“Smile, breathe and go slowly.”
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quarta-feira, 9 de setembro de 2015
Pensamentos...
E se o trabalho for encarado como a escola?
Lembro-me que havia dias na faculdade em que entrava às 8h e saía às 22h. Fazia muito pouco, estava com amigos e saía de lá com a sensação de dia cumprido.
Os amigos eram sempre o pilar e a motivação para ir à escola.
Desde que momento é que deixamos de fazer amigos com facilidade como na escola?
No fundo, passamos tanto tempo com um colega de trabalho como passámos com os colegas na escola. Agora cada um tem a sua vida pós-laboral, mas na escola também íamos para casa depois das aulas.
As amizades fortaleciam-se. No trabalho, nem sempre.
Lembro-me que havia dias na faculdade em que entrava às 8h e saía às 22h. Fazia muito pouco, estava com amigos e saía de lá com a sensação de dia cumprido.
Os amigos eram sempre o pilar e a motivação para ir à escola.
Desde que momento é que deixamos de fazer amigos com facilidade como na escola?
No fundo, passamos tanto tempo com um colega de trabalho como passámos com os colegas na escola. Agora cada um tem a sua vida pós-laboral, mas na escola também íamos para casa depois das aulas.
As amizades fortaleciam-se. No trabalho, nem sempre.
Isto para dizer que já passei por momentos em que tinha de passar o dia em aulas e no final sentia-me bem com não fazer mais nada. Agora, sinto-me mal se não fizer nada produtivo depois do trabalho.
Porquê?
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
Pensamentos que surgem...
"A goal or a dream that doesn't challenge the dreamer to become more than they've ever been, to go where they've never gone, and to feel things they've never felt, is actually like wishing for a giant life-snooze button."
Estou determinada a pensar que estou onde a vida me trouxe e onde me trouxeram as escolhas que fiz. Se estou feliz com a minha vida até agora, estou feliz com o que sou e onde estou neste momento.
Arranjei trabalho sem estar à procura e aceitei-o depois de pensar muito. Estou satisfeita porque foi 1 oportunidade e também me veio abrir os olhos para a fase da vida onde estou e para onde quero estar.
A minha dúvida mais recente é se não estou a ter capacidade de ver mais além e se estou a fazer pouco por mim. Se me estou a esforçar pouco, se não estou a ver para o que tenho jeito e não estou a aproveitar isso.
Aos poucos sinto que esta crise de identidade constante me leva a refletir muito sobre mim e me leva a conhecer-me e a concluir coisas novas. Mas não sei se depois faço alguma coisa com a informação que obtive com tanta reflexão...
Sei que não me devo acomodar e devo sempre questionar-me.
Às vezes pensar demais cansa, mas há alturas na nossa vida que sinto que não consigo ser de outra maneira...
Só não quero olhar para trás e ver que não fiz o que queria ter feito, nem fui quem eu queria ter sido...
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quinta-feira, 9 de julho de 2015
A alimentação e a endometriose
Desde que comecei a ler mais sobre o assunto que descobri informação sobre o poder que mudanças na alimentação de determinadas pessoas que fizeram esse esforço, teve na sua saúde e, nos casos graves de endometriose.
A partir daí, também eu tentei estabelecer algumas regras, restrições e implementações que ainda estou a adquirir e adaptar.
As mudanças na alimentação devem ser, geralmente, graduais e, assim sendo, aqui ficam algumas medidas para uma alimentação mais saudável para todos e, principalmente para ajudar a reduzir desconfortos e dores associados à inflamação causada pela endometriose, assim como equilibrar os níveis hormonais, reduzir os níveis de estrogénio, o inchaço e as toxinas e fortificar o sistema imunitário.
Então o que há de principal a reter para começar:
- A alimentação deve dar prioridade à ingestão de generosas porções de frutas, legumes e hortaliças, cereais integrais, peixes ricos em ómega 3 (atum, salmão e cavala) e carne magra. Vegetais de folha verde escura e fibra deverão passar a ser uma prioridade para reduzir os níveis de estrogénio.
- Deve-se evitar o consumo de alimentos ricos em farinha refinada, desprovidos de minerais essenciais e contendo elevado teor calórico.
- A ingestão de açúcar, contido em doces, bolos, bolachas, tortas, etc, deve ser em menores quantidades e bastante cautelosa.
Alimentos que se deve reduzir: cafeína, álcool, chocolate, gorduras saturadas, manteiga e margarina, bebidas ricas em açúcar e carboidratos refinados. Chocolates, açúcares, arroz, refrigerantes e pratos preparados com farinha refinada enfraquecem os músculos, aumenta a fadiga, deixam-nos ainda mais irritadas e ansiosas.
Alimentos que se deve evitar: todos os produtos de soja e que contêm fitoestrogénios, os alimentos contaminados por dioxinas (as toxinas ambientais libertadas na atmosfera depositadas no meio ambiente) podem aumentar o risco de desenvolvimento de endometriose, em especial, os de origem animal. Já as gorduras saturadas, as trans ou as hidrogenadas (são aquelas produzidas artificialmente e adicionadas aos produtos industrializados) podem aumentar processos inflamatórios no nosso organismo. Elas estão presentes em biscoitos recheados,fritos, frios, congelados, embutidos e, em especial, nos fast foods.
A partir daí, também eu tentei estabelecer algumas regras, restrições e implementações que ainda estou a adquirir e adaptar.
As mudanças na alimentação devem ser, geralmente, graduais e, assim sendo, aqui ficam algumas medidas para uma alimentação mais saudável para todos e, principalmente para ajudar a reduzir desconfortos e dores associados à inflamação causada pela endometriose, assim como equilibrar os níveis hormonais, reduzir os níveis de estrogénio, o inchaço e as toxinas e fortificar o sistema imunitário.
Então o que há de principal a reter para começar:
- A alimentação deve dar prioridade à ingestão de generosas porções de frutas, legumes e hortaliças, cereais integrais, peixes ricos em ómega 3 (atum, salmão e cavala) e carne magra. Vegetais de folha verde escura e fibra deverão passar a ser uma prioridade para reduzir os níveis de estrogénio.
- Deve-se evitar o consumo de alimentos ricos em farinha refinada, desprovidos de minerais essenciais e contendo elevado teor calórico.
- A ingestão de açúcar, contido em doces, bolos, bolachas, tortas, etc, deve ser em menores quantidades e bastante cautelosa.
Alimentos que se deve reduzir: cafeína, álcool, chocolate, gorduras saturadas, manteiga e margarina, bebidas ricas em açúcar e carboidratos refinados. Chocolates, açúcares, arroz, refrigerantes e pratos preparados com farinha refinada enfraquecem os músculos, aumenta a fadiga, deixam-nos ainda mais irritadas e ansiosas.
Alimentos que se deve evitar: todos os produtos de soja e que contêm fitoestrogénios, os alimentos contaminados por dioxinas (as toxinas ambientais libertadas na atmosfera depositadas no meio ambiente) podem aumentar o risco de desenvolvimento de endometriose, em especial, os de origem animal. Já as gorduras saturadas, as trans ou as hidrogenadas (são aquelas produzidas artificialmente e adicionadas aos produtos industrializados) podem aumentar processos inflamatórios no nosso organismo. Elas estão presentes em biscoitos recheados,fritos, frios, congelados, embutidos e, em especial, nos fast foods.
Para mais dicas e para aprofundar os alimentos e hábitos deixo abaixo os sites pelos quais me segui.
Sites para maior pesquisa:
Endometriosis Resolved
O poder dos alimentos no combate à endometriose
A Endometriose e Eu
O papel da dieta na endometriose
Este blogue foi-me muito útil para seguir uma dieta e aprender muito mais: Tratamento contra a endometriose
Endometriosis Resolved
O poder dos alimentos no combate à endometriose
A Endometriose e Eu
O papel da dieta na endometriose
Este blogue foi-me muito útil para seguir uma dieta e aprender muito mais: Tratamento contra a endometriose
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