Estou nervosa.
Crescer tem disto porque é difícil... há decisões a tomar, responsabilidades a ter, assuntos em que pensar quando não queremos....e na maioria das vezes eu não gosto nada disso.
Há coisas que me custam talvez porque não o faça com prazer...fazem-me roer as unhas de pensar no que há a tratar e decidir. Estes últimos dias têm muito disso, e o próximo mês também o terá.
A viagem aproxima-se, há muito em que pensar não só relacionado com o planeamento mas também com o que fica cá. Sinto entusiasmo e medo. Há um misto dentro de mim. Mas principalmente, alívio. Posso respirar fundo e sentir o peso a sair-me das costas.
Por agora posso dizer que é bom sentir-me livre!
sexta-feira, 28 de março de 2014
quinta-feira, 27 de março de 2014
Aos novos começos!
A Primavera está ainda tímida, mas fico muito contente por saber que já estamos oficialmente na estação da prosperidade e do novo começo!
Nestes últimos meses tenho passado por algumas mudanças. Mudanças de vida e interiores. Tudo aconteceu ao mesmo tempo: desde decisões importantes na minha vida profissional, mudanças na vida pessoal e familiar e a perda de duas pessoas importantes para mim.
O novo ano foi para mim tempo de reflexão e de assimilação de ideias. Encarar a morte nunca é fácil e eu tenho a certeza que algo mudou em mim em relação à vida depois disto.
Tenho pensado muito mais em aproveitar a minha vida porque nunca saberei quando a deixarei. Fazermos o que nos faz feliz é sem dúvida o mais libertador que há. Libertamo-nos das amarras da sociedade que nos ensina e impele a fazer o que parece certo sem procurarmos alternativas.
É por isso que decidi (com a ajuda do meu namorado) realizar um sonho antigo: viajar pelo mundo sem data de regresso. Despedi-me do meu trabalho e do meu contrato efectivo, larguei as amarras que me prendiam e os medos que não me deixavam decidir e começámos a preparação.
Nunca fui de planear muito as minhas viagens e por isso assustei-me um pouco com a ideia de ter pouco mais de 2 meses para planear uma viagem grande. Mas tudo se faz.
A minha última viagem de 3 semanas pelos Estados Unidos foi preparada numa noite com amigos e a minha viagem de 2 meses sozinha pela Grécia, Macedónia e Bulgária nem sequer foi preparada pois não estava à espera.
Nas viagens, tal como na minha vida, tenho a sorte de poder deixar-me ir com o vento e ser feliz assim.
No final, não é só isso que importa?
No meu recente trabalho contacto com pessoas idosas e, confesso, que muitas delas não mostram qualquer respeito pelas vidas alheias e outras tantas falam imenso delas próprias, mas de uma forma muito aborrecida e egocêntrica. Em algumas ocasiões tenho a sorte de encontrar uma pessoa com quem valha a pena perder algum tempo a conversar, porque vejo que têm algo a transmitir e que vale a pena absorver.
Mais não seja, este trabalho ensinou-me isso. Ensinou-me a olhar a vida e as pessoas idosas da forma "elas já tiveram a minha idade e agora estão a aproximar-se do fim da vida, algo que um dia acontecerá a mim". No fim da vida há muito em que pensamos porque vemos muitos amigos a partir e vemos a nossa família a viver a sua vida sem a nossa ajuda. Ficamos mais sozinhos e isso deve ser algo assustador. Questionamo-nos sobre o que fizemos e vivemos (e é por isso que entendo aquelas pessoas que adoram falar delas, pois querem deixar claro tudo o que fizeram na carreira delas). Eu sempre tive medo de chegar a um ponto da minha vida em que olho para trás e me arrependo de não ter feito mais e de não ter vivido mais, e é por isso que tento sempre absorver tudo e não deixar nada pendente.
Hoje conversei com uma senhora extraordináriamente simpática que me fez relembrar que actividade física e mental devem ser uma constante na nossa vida. Mantermo-nos ocupados e procurar aprender, ajudar e dar um sentido à nossa existência dá-nos mais clareza mental e alguns anos de qualidade de vida. Sei-o por experiências de pessoas próximas e sei que é esse o exemplo que quero seguir.
Aquela senhora deu-me uma injecção de boa disposição e de saber viver. Obrigada a todas as pessoas que, sem saberem, são um exemplo para mim.
É por tudo isto que vou. Eu e o meu companheiro vamos procurar relatar o que vemos através do desenho e das fotografias. Duas visões da mesma vivência. Histórias que poderão ser acompanhadas no nosso blog e na página do facebook: Diários da Errância.
Por hoje fica o registo do nosso último passeio primaveril: Hello Spring!
Nestes últimos meses tenho passado por algumas mudanças. Mudanças de vida e interiores. Tudo aconteceu ao mesmo tempo: desde decisões importantes na minha vida profissional, mudanças na vida pessoal e familiar e a perda de duas pessoas importantes para mim.
O novo ano foi para mim tempo de reflexão e de assimilação de ideias. Encarar a morte nunca é fácil e eu tenho a certeza que algo mudou em mim em relação à vida depois disto.
Tenho pensado muito mais em aproveitar a minha vida porque nunca saberei quando a deixarei. Fazermos o que nos faz feliz é sem dúvida o mais libertador que há. Libertamo-nos das amarras da sociedade que nos ensina e impele a fazer o que parece certo sem procurarmos alternativas.
É por isso que decidi (com a ajuda do meu namorado) realizar um sonho antigo: viajar pelo mundo sem data de regresso. Despedi-me do meu trabalho e do meu contrato efectivo, larguei as amarras que me prendiam e os medos que não me deixavam decidir e começámos a preparação.
Nunca fui de planear muito as minhas viagens e por isso assustei-me um pouco com a ideia de ter pouco mais de 2 meses para planear uma viagem grande. Mas tudo se faz.
A minha última viagem de 3 semanas pelos Estados Unidos foi preparada numa noite com amigos e a minha viagem de 2 meses sozinha pela Grécia, Macedónia e Bulgária nem sequer foi preparada pois não estava à espera.
Nas viagens, tal como na minha vida, tenho a sorte de poder deixar-me ir com o vento e ser feliz assim.
No final, não é só isso que importa?
No meu recente trabalho contacto com pessoas idosas e, confesso, que muitas delas não mostram qualquer respeito pelas vidas alheias e outras tantas falam imenso delas próprias, mas de uma forma muito aborrecida e egocêntrica. Em algumas ocasiões tenho a sorte de encontrar uma pessoa com quem valha a pena perder algum tempo a conversar, porque vejo que têm algo a transmitir e que vale a pena absorver.
Mais não seja, este trabalho ensinou-me isso. Ensinou-me a olhar a vida e as pessoas idosas da forma "elas já tiveram a minha idade e agora estão a aproximar-se do fim da vida, algo que um dia acontecerá a mim". No fim da vida há muito em que pensamos porque vemos muitos amigos a partir e vemos a nossa família a viver a sua vida sem a nossa ajuda. Ficamos mais sozinhos e isso deve ser algo assustador. Questionamo-nos sobre o que fizemos e vivemos (e é por isso que entendo aquelas pessoas que adoram falar delas, pois querem deixar claro tudo o que fizeram na carreira delas). Eu sempre tive medo de chegar a um ponto da minha vida em que olho para trás e me arrependo de não ter feito mais e de não ter vivido mais, e é por isso que tento sempre absorver tudo e não deixar nada pendente.
Hoje conversei com uma senhora extraordináriamente simpática que me fez relembrar que actividade física e mental devem ser uma constante na nossa vida. Mantermo-nos ocupados e procurar aprender, ajudar e dar um sentido à nossa existência dá-nos mais clareza mental e alguns anos de qualidade de vida. Sei-o por experiências de pessoas próximas e sei que é esse o exemplo que quero seguir.
Aquela senhora deu-me uma injecção de boa disposição e de saber viver. Obrigada a todas as pessoas que, sem saberem, são um exemplo para mim.
É por tudo isto que vou. Eu e o meu companheiro vamos procurar relatar o que vemos através do desenho e das fotografias. Duas visões da mesma vivência. Histórias que poderão ser acompanhadas no nosso blog e na página do facebook: Diários da Errância.
Por hoje fica o registo do nosso último passeio primaveril: Hello Spring!
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Os meus desejos para 2014
Estes primeiros dias do ano não têm sido fáceis por diversos motivos, e como tal, tenho-me sentido um pouco adormecida nos meus pensamentos. A pouco e pouco estou a voltar e a tentar ganhar o meu ritmo de modo a sentir-me satisfeita com os meus dias. Ainda há coisas que quero assimilar e outras que quero reter, mas sinto-me finalmente a começar o ano e a voltar a ter energia!
Por vezes a vida lembra-nos o quão frágil e efémera é. E o quanto todas as nossas posses não servem de nada no fim. O que fica foi aquilo que vivemos para nós e aquilo que fomos e fizemos para os outros. O mais importante é mesmo o que passamos aos outros, o que podemos ensinar e tentar que todos sejam sempre um bocadinho melhores. Às vezes não é tarefa fácil porque nos falta sempre tempo e paciência para também ouvirmos. O que desejo sinceramente a todos para 2014 é mais tempo para os outros, mais paciência para saber ouvir e falar, mais consciência do nosso eu e das nossas atitudes, mais gratidão pelo que temos, mais sorrisos mesmo que nem sempre apeteçam e uma maior consciência das nossas vidas, do que queremos e do que estamos a fazer com ela. Estamos onde queremos? Fizemos tudo o que queríamos? Tentámos o que podíamos?
O que desejo para 2014 é que todos façam dele um ano bom! Com sorte, vontade e sorrisos. Excelente 2014*
Por vezes a vida lembra-nos o quão frágil e efémera é. E o quanto todas as nossas posses não servem de nada no fim. O que fica foi aquilo que vivemos para nós e aquilo que fomos e fizemos para os outros. O mais importante é mesmo o que passamos aos outros, o que podemos ensinar e tentar que todos sejam sempre um bocadinho melhores. Às vezes não é tarefa fácil porque nos falta sempre tempo e paciência para também ouvirmos. O que desejo sinceramente a todos para 2014 é mais tempo para os outros, mais paciência para saber ouvir e falar, mais consciência do nosso eu e das nossas atitudes, mais gratidão pelo que temos, mais sorrisos mesmo que nem sempre apeteçam e uma maior consciência das nossas vidas, do que queremos e do que estamos a fazer com ela. Estamos onde queremos? Fizemos tudo o que queríamos? Tentámos o que podíamos?
O que desejo para 2014 é que todos façam dele um ano bom! Com sorte, vontade e sorrisos. Excelente 2014*
sábado, 23 de novembro de 2013
Veio o frio. Gosto dos dias frios e sem chuva. São-me acolhedores.
Hoje soube particularmente bem estar em casa a beber chá e a sentir-me quente. Manter o nosso coração quentinho é sempre importante.
Gostava que todos os animais abandonados ou sem casa pudessem ter uma oportunidade de serem felizes e fazerem alguém feliz.
Apercebi-me que é tudo uma questão de oportunidade e timing. E que um animal por acaso nas nossas vidas pode mesmo mudá-la sem querermos. Não seremos só nós a mudar a vida do animal.
Hoje soube particularmente bem estar em casa a beber chá e a sentir-me quente. Manter o nosso coração quentinho é sempre importante.
Gostava que todos os animais abandonados ou sem casa pudessem ter uma oportunidade de serem felizes e fazerem alguém feliz.
Apercebi-me que é tudo uma questão de oportunidade e timing. E que um animal por acaso nas nossas vidas pode mesmo mudá-la sem querermos. Não seremos só nós a mudar a vida do animal.
Decida
"Vamos todos morrer.
Não podemos escolher como nem quando.
Mas podemos decidir como vamos viver.
Então faça-o.
Decida.
É esta a vida que quer viver?
É esta a pessoa que quer amar?
É este o melhor que pode ser?
Pode ser mais forte?
Mais gentil?
Ter mais compaixão?
Decida.
Inspire. breathe in
Expire. breathe out
E decida."
Anatomia de Grey
S10E01
Não podemos escolher como nem quando.
Mas podemos decidir como vamos viver.
Então faça-o.
Decida.
É esta a vida que quer viver?
É esta a pessoa que quer amar?
É este o melhor que pode ser?
Pode ser mais forte?
Mais gentil?
Ter mais compaixão?
Decida.
Inspire. breathe in
Expire. breathe out
E decida."
Anatomia de Grey
S10E01
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
O Verão de S. Martinho
"What if I told you that 10 years from now, your life would be exactly the same?
I doubt you'd be happy.
So, why are you so afraid of change?"
Voltaram os dias lindos em Novembro. Temperaturas amenas durante o dia e mais fresquinho quando o Sol se vai, só para nos lembrar que já não estamos no Verão!
Não deixam de saber muito bem este dias solarengos. Acordo bem disposta e pronta para ter os meus momentos de sol na cara. Adoro parar e ficar a sentir o sol a aquecer-me por uns momentos.
São maravilhosos dias de dolce far niente para quem pode!
Eu tenho tentado aproveitar o que posso, já que a meteorologia tem sido tão generosa.
Hoje acordei pensativa, apesar de tudo.
Sobre o propósito da minha vida e o que quero fazer dela. Sobre pequenas coisas que podemos tentar alterar em nós para nos sentirmos melhor connosco e com a nossa produtividade para fazermos as coisas que queremos realmente fazer. Há muitas coisas na minha cabeça. A seu tempo encontram o seu lugar. A seu tempo surgem algumas respostas também.
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| Dias de sol em Novembro |
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| Últimos dias de verão-Setembro. |
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| Jardim Botânico da Ajuda |
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| Jardim Botânico da Ajuda |
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Top ten lessons learned after 10 years travelling the world
Há certas que, independentemente da forma como queremos viver a nossa vida, todos devíamos ter em conta e saber de memória de modo a que as nossas prioridades não estejam colocadas de forma não benéfica para nós próprios.
Continuo a achar que a forma de se viver no mundo podia estar organizada de outra forma! :)
Ainda assim, cada um poderá viver à sua maneira, não temos todos é a visão e/ou a coragem para mudar.
O que eu gostava é que todos pudessem saber que podem escolher, podem mudar, devem arriscar. O que eu queria é que todos procurassem de forma pura e sincera a sua própria felicidade.
quarta-feira, 24 de julho de 2013
quinta-feira, 18 de julho de 2013
A vida corre e o mundo passa-me ao lado.
Às vezes sinto que a vida corre e o mundo me passa ao lado. E é aí que sinto que há muita coisa a fazer!
Sinto este medo que tudo passe e eu nada faça. O pânico de olhar para trás, daqui a uns anos, e ver que não fiz tudo o que queria. E por isso, agarro-me à vida e absorvo o que posso, e mesmo assim parece que nunca é suficiente. Quero sempre mais.
Tenho medo que por mais que faça, irei sempre achar que não foi o suficiente. Às vezes penso que tudo isto se deve ao facto de me sentir à deriva.
Quero tudo. Foco-me em tudo e não me foco em nada. Quero estar em todo o lado porque o tempo é infinito para mim, até ver que não o é.
Mas no dia seguinte volto a querer tudo. Volto a querer estar em todo o lado porque o tempo é infinito para mim...
Sorte dos que sabem para onde querem ir... Ou dos que fingem bem! Ou dos que não pensam nisso...
Eu também quero ir, para saber onde quero estar.
Quero correr porque sinto que o tempo são grãos de areia a fugirem-me pelas mãos. Quero libertar-me das imposições e das malditas suposições da nossa sociedade. Eu quero é conhecer, dar a conhecer, viver e absorver.
O tempo passa enquanto fico sentada ao computador a cumprir as 8 horas de trabalho. E durante esse tempo vivi através das histórias dos outros, que vou lendo na internet. Mas a vida é isso que passa enquanto olhamos para o tempo dos outros. E é por isso que às vezes tenho de parar e ir lá fora respirar. Recuperar o meu tempo. Estar no presente.
É bom conhecer histórias de vida que nos inspiram, mas não é bom vivermos agarrados a isso e nada fazermos.
Estou a aprender a ir.
O yoga e a meditação ajudam-me a aprender a focar-me no presente. A absorver e a conhecer-me.
Há que tentar ser sempre uma melhor versão de nós, não é? Gostava que houvesse mais gente a perceber isso.
Por isso tenho de ir. Descobrir o meu lugar. O tempo não espera.
Sinto este medo que tudo passe e eu nada faça. O pânico de olhar para trás, daqui a uns anos, e ver que não fiz tudo o que queria. E por isso, agarro-me à vida e absorvo o que posso, e mesmo assim parece que nunca é suficiente. Quero sempre mais.
Tenho medo que por mais que faça, irei sempre achar que não foi o suficiente. Às vezes penso que tudo isto se deve ao facto de me sentir à deriva.
Quero tudo. Foco-me em tudo e não me foco em nada. Quero estar em todo o lado porque o tempo é infinito para mim, até ver que não o é.
Mas no dia seguinte volto a querer tudo. Volto a querer estar em todo o lado porque o tempo é infinito para mim...
Sorte dos que sabem para onde querem ir... Ou dos que fingem bem! Ou dos que não pensam nisso...
Eu também quero ir, para saber onde quero estar.
Quero correr porque sinto que o tempo são grãos de areia a fugirem-me pelas mãos. Quero libertar-me das imposições e das malditas suposições da nossa sociedade. Eu quero é conhecer, dar a conhecer, viver e absorver.
O tempo passa enquanto fico sentada ao computador a cumprir as 8 horas de trabalho. E durante esse tempo vivi através das histórias dos outros, que vou lendo na internet. Mas a vida é isso que passa enquanto olhamos para o tempo dos outros. E é por isso que às vezes tenho de parar e ir lá fora respirar. Recuperar o meu tempo. Estar no presente.
É bom conhecer histórias de vida que nos inspiram, mas não é bom vivermos agarrados a isso e nada fazermos.
Estou a aprender a ir.
O yoga e a meditação ajudam-me a aprender a focar-me no presente. A absorver e a conhecer-me.
Há que tentar ser sempre uma melhor versão de nós, não é? Gostava que houvesse mais gente a perceber isso.
Por isso tenho de ir. Descobrir o meu lugar. O tempo não espera.
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Simplicidades de Verão
O Verão é simples. É por isso que me sinto tão feliz quando chega o calor.
As temperaturas altas aquecem-me a alma e fazem-nos ter menos vontade de nos mexermos, mas isso é perfeito para pararmos com os stresses e respirarmos!
Gosto da simplicidade e poder de descomplicar do Verão. Dorme-se em qualquer lado e vai-se a todo o lado.
As roupas que se usam diminuem de quantidade. Coloco um vestido e estou pronta! Posso até nem pôr brincos, fios, pulseiras, sapatos complicados... No Verão ficamos bem como estamos.
Os pés respiram. Nós respiramos. Os dias são gigantes.
Se decidirmos às 18h fazer alguma coisa, ainda há muito tempo... Se decidirmos ir de fim-de-semana num sábado de manhã, depressa se colocam 3 peças de roupa numa mochila e vamos. O fato de banho até pode andar vestido o fim-de-semana inteiro!
No Verão há tempo e há sorrisos.
Há Sol! O nosso Astro Rei ao qual podemos gratificar a nossa existência neste planeta.
Gosto muito desta simplicidade de estar e ser. É mais fácil ser simples. Quem não o souber ser, só tem de parar e respirar fundo... para seu próprio bem!
O Verão fará as coisas acontecerem.
As temperaturas altas aquecem-me a alma e fazem-nos ter menos vontade de nos mexermos, mas isso é perfeito para pararmos com os stresses e respirarmos!
Gosto da simplicidade e poder de descomplicar do Verão. Dorme-se em qualquer lado e vai-se a todo o lado.
As roupas que se usam diminuem de quantidade. Coloco um vestido e estou pronta! Posso até nem pôr brincos, fios, pulseiras, sapatos complicados... No Verão ficamos bem como estamos.
Os pés respiram. Nós respiramos. Os dias são gigantes.
Se decidirmos às 18h fazer alguma coisa, ainda há muito tempo... Se decidirmos ir de fim-de-semana num sábado de manhã, depressa se colocam 3 peças de roupa numa mochila e vamos. O fato de banho até pode andar vestido o fim-de-semana inteiro!
No Verão há tempo e há sorrisos.
Há Sol! O nosso Astro Rei ao qual podemos gratificar a nossa existência neste planeta.
Gosto muito desta simplicidade de estar e ser. É mais fácil ser simples. Quem não o souber ser, só tem de parar e respirar fundo... para seu próprio bem!
O Verão fará as coisas acontecerem.
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| SW Alentejano |
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| A curtir a Costa Vicentina, Portugal |
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| Sputnik, o rei cão no nosso fim-de-semana flash :) |
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